Saúde
• O deputado estadual Gustavo Sebba (PSDB) usou a tribuna da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (27) para questionar a gestão do Hospital Estadual de Urgências de Goiás Dr. Valdemiro Cruz (Hugo), administrado pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein desde junho de 2024. Exibindo reportagens que mostram corredores lotados e pacientes reclamando de demora no atendimento, o parlamentar criticou o custo de R$ 22 milhões por mês pagos pelo Estado e a ausência da qualidade prometida.
Denúncias
• Segundo Sebba, há registros de pacientes aguardando até 15 dias por uma cirurgia.
• Relatos apontam ainda para falta de medicamentos, problemas de alimentação e desorganização no hospital.
• O deputado destacou que “mudaram a lei para trazer o Einstein, brigaram até com o TCM, e o resultado são corredores lotados e pessoas sem atendimento digno”.
Aportes
• O parlamentar lembrou que, além do contrato mensal, o governo anunciou em agosto de 2024 um aporte extra de R$ 100 milhões para infraestrutura.
• Em abril deste ano, houve ainda um aditivo contratual que elevou os custos em mais R$ 126 milhões.
• Para Sebba, os valores não se justificam frente à realidade enfrentada pelos pacientes.
Críticas ao governo Ronaldo Caiado
• O deputado acusou a gestão estadual de priorizar propaganda em vez de resultados concretos na saúde.
• Destacou que Goiás ostenta a maior fila de cirurgias eletivas do País, apesar dos anúncios de investimentos.
• Ele ironizou a falta de conhecimento do secretário de saúde sobre a realidade local e afirmou que, se um parente do governador estivesse internado, seria atendido em hospital particular em São Paulo.
Próximos passos
• A Comissão de Saúde da Assembleia, presidida por Sebba, fará uma visita técnica ao Hugo para apurar a situação.

















