sexta-feira , 6 março 2026
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Após voto de 12 horas, direita cogita Luiz Fux como candidato à Presidência da República na falta de Bolsonaro 

• Defesa Longa

Em um voto que ultrapassou 12 horas, o ministro Luiz Fux divergiu do relator Alexandre de Moraes e pediu a absolvição do ex-presidente Jair Bolsonaro e de aliados, como Anderson Torres, Almir Garnier, Paulo Sérgio Nogueira, Augusto Heleno e Alexandre Ramagem. A decisão causou forte impacto político, especialmente na direita brasileira.

• Repercussão Imediata

Nas redes sociais, militantes e lideranças conservadoras passaram a utilizar trechos do voto como defesa de Bolsonaro. Alguns setores mais radicais enxergaram na manifestação do ministro um gesto de alinhamento político, transformando a sessão do STF em palco de articulações simbólicas.

• Nome Sugerido

Começou a circular, de boca em boca, a ideia de que Luiz Fux poderia se tornar um nome viável para disputar a Presidência pelo campo da direita. Para esses grupos, o discurso extenso foi visto quase como uma defesa indireta de Bolsonaro e reforçou a imagem de Fux como figura capaz de dialogar com a base bolsonarista.

• Contradição Marcante

O ponto curioso é que o ministro chegou ao STF em 2011, indicado pela então presidente Dilma Rousseff, do PT. Ex-presidente do STF e do TSE, Fux tem trajetória consolidada no Direito Civil e em direitos humanos, é de origem judaica e sua família fugiu do nazismo.

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