• Reunião
Ainda sem data definida, a reunião entre Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump poderá ocorrer em território neutro.
Entre os locais cogitados estão a Itália, onde Lula participará de evento da FAO em Roma, no dia 13, e a Malásia, em Kuala Lumpur, no dia 23, durante encontro da Asean.
Também não está descartada a possibilidade de o encontro ser nos Estados Unidos, em Washington ou no resort Mar-a-Lago, na Flórida.
• Agenda
Segundo auxiliares, a preparação do encontro está em curso, mas faltam definir formato, data e local.
Há quem defenda um primeiro contato por telefone, para depois consolidar uma reunião presencial.
Em Brasília, a preocupação é com o tratamento que Trump dará a Lula, lembrando a forma ríspida como o republicano tratou líderes como Volodymyr Zelensky e Cyril Ramaphosa.
• Pressões econômicas
A nova postura de Trump em relação a Lula é atribuída ao esforço diplomático brasileiro diante do tarifaço de 50% imposto às exportações nacionais.
A sobretaxa foi justificada pelo governo americano como resposta ao tratamento dado a Bolsonaro, condenado a 27 anos pelo STF.
A pressão de empresários brasileiros e americanos também pesou para reabrir canais de diálogo.

















