• Acusações falsas de Caiado
No dia 14 de setembro de 2025, durante um ato em Pirenópolis, o governador Ronaldo Caiado acusou o presidente do Iphan, Gilvane Felipe, de “inveja” e “perseguição política” por supostamente criar empecilhos à construção do novo Cavalhódromo.
• Honra atacada
Segundo a denúncia, as falas proferidas pelo governador foram falsas e ofensivas, atingindo diretamente a honra, a dignidade e a imagem de Gilvane.
A estratégia, de acordo com o advogado José Maycon do N. Moreira, buscou desgastá-lo perante a população local, instrumentalizando sua função pública em um contexto de disputa política.
• Governo da bagunça
Os autos do processo revelam que todos os atos do Iphan foram pautados em análises técnicas. O instituto avaliou o projeto do Cavalhódromo a partir de pareceres de corpo profissional especializado, em estrita observância à legislação de preservação cultural, urbanística e ambiental.
• Pareceres emitidos
Desde março de 2024, quando recebeu da Secretaria de Cultura de Goiás a consulta sobre o projeto, o Iphan emitiu três pareceres técnicos.
Todos apontaram a necessidade de complementação documental, ajustes arquitetônicos e adequações, incluindo apresentação de ARTs e RRTs dos profissionais responsáveis e detalhamento do plano de demolição.
• Processo criminal
Diante do ataque público de Caiado e da ausência de respaldo fático ou jurídico nas acusações, Gilvane Felipe decidiu ingressar com processo criminal contra Caiado.
Para ele, a tentativa de politizar a atuação do Iphan e vinculá-lo a adversários do governo foi um atentado à sua honra e à autonomia técnica do órgão federal.

















