• Bateu no teto
A pré-candidatura do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), à Presidência da República perdeu força e apoio dentro da própria federação partidária.
Após atingir apenas 3% das intenções de voto nas últimas pesquisas, Caiado não conseguiu romper o teto de crescimento e passou a ser visto como um nome sem viabilidade eleitoral dentro do campo da direita.
• Federação não quer Caiado
O senador Ciro Nogueira (PP), presidente nacional do Progressistas e aliado de Jair Bolsonaro, afirmou nesta sexta-feira (3), em entrevista à Jovem Pan, que a federação formada por União Brasil e PP — união que abriga o partido de Caiado — não deve apoiar sua candidatura.
Segundo ele, o bloco deve caminhar com Tarcísio de Freitas (Republicanos) ou outro nome indicado diretamente por Bolsonaro.
• Ratinho Jr.
Em entrevista ao jornal O Globo, Ciro reforçou que a definição sobre o nome da direita deve ocorrer até janeiro. Ele afirmou que, caso Tarcísio decida não disputar o Planalto, o grupo tende a apoiar o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD).
“Se fosse hoje, vejo dois candidatos viáveis: Tarcísio e Ratinho Júnior”, disse o senador, destacando o baixo índice de rejeição e alto potencial de crescimento dos dois governadores.
• Pede para sair
Informações de bastidores dão conta de que Ronaldo Caiado estaria se reunindo com Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, e cogitando deixar o União Brasil, legenda que reúne uma das maiores bancadas do Congresso.
A ideia seria tentar concorrer por um partido menor, sem expressão nacional, sem estrutura e sem credibilidade política — um movimento que, se confirmado, simbolizaria o naufrágio definitivo de seu projeto presidencial.

















