15 anos depois
- O STJ anulou a condenação de Francisco Mairlon Barros Aguiar, acusado de participar do assassinato do ex-ministro do TSE José Guilherme Villela, da esposa dele e da empregada da família, em 2009, na 113 Sul, em Brasília.
- Por decisão unânime, o tribunal mandou extinguir o processo e libertar Mairlon, preso há quase 15 anos.
Mortos a facadas
- O crime ganhou repercussão nacional à época. As vítimas foram mortas a facadas, e bens foram levados do apartamento.
- Mairlon foi condenado em 2013 a 55 anos de prisão, pena depois reduzida para 47. O STJ considerou que a condenação se baseou em depoimentos frágeis, colhidos sem presença de defesa.
Sempre negou
- Preso em 2010, ele sempre negou envolvimento. Ao sair da prisão, agradeceu à família, aos advogados e à ONG Innocence Project, que revisou o caso.
- Ao absolver o réu, o STJ disse que Mairlon foi coagido e que os depoimentos usados na condenação violaram princípios da ampla defesa e do contraditório.

















