• Prefeitos na mira
O lançamento da pré-candidatura do senador e comandante do PL em Goiás, Wilder Morais, ao governo ocorre em um ambiente de forte tensão política.
Caiado (UB) e o vice, Daniel Vilela (MDB), intensificaram, nas últimas semanas, a pressão sobre prefeitos eleitos pelo partido bolsonarista, apelando para “intimação” deles para a base governista.
O movimento, descrito por parlamentares como “forçado” e “desproporcional”, acendeu alerta dentro do partido, sobretudo entre deputados estaduais que viram prefeitos e lideranças municipais sob investidas diretas do Palácio das Esmeraldas.
• Conflito
O deputado Paulo Cezar Martins é um exemplo, mudou de postura de forma repentina, era oposição e agora pulou no barco do governo, seduzido sabe-se lá o motivo pelos encantos de Daniel, gerando desconforto entre aliados de Wilder Morais.
Os outros parlamentares estaduais do partido, Major Araújo e delegado Eduardo Prado passaram a cobrar reação, temendo que o PL virasse fosse completamente esvaziado.
• Três pré-candidatos
Diante da pressão governista e do risco de desgaste interno, Wilder Morais anunciou nesta segunda-feira (17) que será pré-candidato ao governo.
Agora, o cenário tem três nomes oficialmente colocados: Marconi Perillo (PSDB), Daniel Vilela (MDB) e Wilder Morais (PL).

















