• Missão dada
O deputado estadual Talles Barreto (UB) foi escolhido pelo governador Ronaldo Caiado para conduzir na Assembleia Legislativa a missão de aprovar a cobrança do Ipasgo também para os dependentes dos servidores.
E cumpriu o papel com empenho: articulou votações, pressionou colegas e tentou acelerar o trâmite para garantir que o pacote de maldades fosse aprovado em tempo recorde.
• Missão cumprida
Talles chegou a pedir uma segunda sessão extraordinária ainda na noite de quarta-feira (10) para votar o projeto em definitivo.
Antes disso, a matéria voltou à Comissão Mista, onde havia sido adiada após pedido de vistas conjunto — sinal de que a base não estava tão alinhada quanto o Palácio desejava.
• Força-tarefa do governo
Para garantir quórum, o governo montou uma operação:
– Armando Vergílio, secretário de Relações Institucionais, esteve pessoalmente na Alego até o fim da sessão;
– O presidente do Ipasgo, Bruno D’Abadia, acompanhou as articulações;
– Deputados da base foram convocados um a um para evitar nova obstrução da oposição, que já havia mostrado força no debate sobre o ICMS.
• Impacto no bolso
Mesmo com protestos de servidores, a base de Caiado aprovou o texto em primeira votação. As novas mensalidades vão de R$ 47,45 a R$ 54,31 para jovens, e chegam a R$ 207,33 e R$ 322,55 para dependentes acima de 59 anos.
O nome de Talles Barreto deve ser lembrado pelos servidores públicos e seus familiares em outubro de 2026, quando ele vestir pele de cordeirinho para pedir votos.

















