• Gabinete do ódio
Documento analisado pela Justiça Eleitoral de Goiás descreve o funcionamento de uma rede de comunicação instalada dentro da própria estrutura do Estado.
Segundo a decisão, essa engrenagem teria sido usada para promover politicamente Caiado (UB), Gracinha Caiado e Daniel Vilela (MDB) e, ao mesmo tempo, desgastar a imagem de adversários, tudo pago com dinheiro público.
• Quem faz o jogo sujo?
De acordo com a representação acolhida liminarmente, o então secretário de Comunicação, Gean Carlo Carvalho, detinha o controle das verbas, contratos e fluxos de informação oficiais e distribuía dinheiro público em troca de favores em publicações orquestradas de notícias.
Já o superintendente de Imprensa, Filemon Pereira Miguel, é apontado como “jagunço” oficial, responsável pela execução prática, com produção e distribuição de conteúdos de interesse eleitoral.
• Ódio em reportagens falsas
A decisão relata o uso de listas institucionais de WhatsApp, telefone funcional, canais oficiais e portais de comunicação contratados pelo governo.
Por esses meios, eram enviados releases, sugestões de pauta e links com conteúdos favoráveis ao pré-candidato Daniel Vilela, desfavoráveis a opositores e notícias falsas, os alvos eram o senador Wilder Morais (PL) e o ex-governador Marconi Perillo (PSDB).

















