• Assédio judicial
A denúncia recebida pelo Goiás24Horas aponta a possível existência de um “QG Jurídico”, estruturado para promover judicialização em massa a partir de 2026.
Segundo a informação, advogados atuariam em devassas — prática ilegal — para coletar e cruzar dados privados de adversários políticos, convertendo esse material em denúncias sequenciais.
O método criaria um ambiente de linchamento público e insegurança jurídica, sempre com vazamentos seletivos para alimentar manchetes.
• Imagem institucional
Caso promotores de Justiça estejam envolvidos, o dano extrapola a disputa eleitoral e atinge a instituição Ministério Público, cuja missão constitucional é defender a sociedade.
• Engrenagem do Sistema?
A denúncia conecta esse QG jurídico a uma estrutura de comunicação já questionada na Justiça Eleitoral.
Você já viu aqui no G24H que o Partido Liberal (PL), por meio do advogado Leonardo Batista, denunciou o gabinete do ódio na última semana, que usa dinheiro público em verbas publicitárias para sites e uma distribuição paralela de desinformações, calúnias, pesquisas falsas sobre adversários políticos do governador e ao mesmo tempo impulsionar politicamente Caiado, Gracinha Caiado e Daniel Vilela.
No eixo operacional, a peça aponta o então secretário Gean Carlo Carvalho como gestor de verbas e fluxos, e o superintendente Filemon Pereira Miguel como executor da produção e distribuição de desinformação e alienação judicial desse suposto braço de advogados e promotores de justiça, unidos pelo poder e infelizmente sujando o nome do Ministério Público de Goiás.

















