sexta-feira , 6 março 2026
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Assim como o Césio 137, o chorume de Goiânia não pode ser tratado de qualquer jeito. Mabel, Caiado e o judiciário devem repensar modelo de descarte criminoso

• Alerta

O que está acontecendo em Goiânia é coisa séria. O chorume do aterro municipal, um líquido altamente tóxico, vem sendo tratado como se fosse esgoto comum. Isso não é solução, é perigo. O aterro, inclusive, não tem licença ambiental válida, o que torna tudo ainda mais grave.

Goiânia já viveu tragédias demais, como o desastre do Césio-137, marcado para sempre na memória da cidade.

Aprendemos, a duras penas, o preço da irresponsabilidade com substâncias perigosas. Repetir erros agora, tratando chorume como algo inofensivo, é simplesmente inaceitável.

• Veneno

Chorume não é água suja. É veneno. Tem amônia em alta concentração, metais pesados e substâncias que podem causar câncer. Jogar isso no sistema de esgoto é colocar a saúde da população em risco.

• Responsáveis

O crime ambiental leva a assinatura do prefeito Sandro Mabel (UB) e do governo Caiado, por permitir que a Saneago receba e dilua chorume, empurrando o problema para o Rio Meia Ponte.

A Justiça goiana, ao permitir essa prática, acaba tratando um crime ambiental como algo normal. O Ministério Público de Goiás precisa intervir imediatamente, parar esse absurdo e responsabilizar quem está colocando a saúde dos goianienses em risco.

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