• Modelo italiano
Em abril de 2025, o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, viajou à Itália dizendo que iria conhecer um modelo moderno de tratamento de lixo para aplicar na capital. A promessa era trazer solução, tecnologia e resultado.
• Turismo
O que a população viu, porém, foram publicações nas redes sociais com clima de turismo familiar do prefeito e da mulher dele.
Nada foi apresentado, até hoje, como estudo técnico, projeto concreto ou modelo italiano pronto para ser implantado em Goiânia.
• Realidade
Meses depois da viagem, a cidade enfrenta uma situação grave: toneladas de litros de chorume estão sendo enviadas para a Saneago, que não tem tecnologia para tratar esse resíduo tóxico.
O resultado é a contaminação do meio ambiente, com despejo indireto no Rio Meia Ponte — fato já mostrado em diversas reportagens.
A pergunta é inevitável: foi isso que o prefeito aprendeu na Itália sobre destinação correta de lixo e chorume? Tratar veneno como esgoto comum e empurrar o problema para o rio?

















