• Mudança suspeita
A Prefeitura de Goiânia decidiu adiar o cartão que daria dinheiro direto às famílias para compra de uniformes escolares e voltou ao modelo antigo: compra centralizada de fardamento.
A informação foi publicada nesta quinta-feira (15) pelo jornal O Popular e levanta uma pergunta simples, mas incômoda: por que mudar o plano para beneficiar um grupo, principalmente em meio a polêmicas de licitação e calamidade criada por essa administração?
• Algo não cheira bem nesse reino
O projeto do cartão estava pronto, aprovado internamente e previa autonomia para os pais escolherem onde comprar. Mesmo assim, a gestão do prefeito Sandro Mabel (União Brasil) recuou.
A Secretaria Municipal de Educação aderiu a uma licitação da Secretaria de Educação do Estado de Goiás (Seduc Goiás – Secretaria de Estado da Educação), alegando economia. Economia para quem? Em qual conta?
• Modelo antigo
Na prática, a prefeitura volta ao sistema de grandes contratos com consórcios e fornecedores únicos. É o modelo que historicamente gera atraso, reclamação de qualidade e pouca transparência.
Goiânia já viveu isso antes: uniformes que não chegam, chegam fora do tamanho ou quando o ano letivo já está acabando.
• Quem conhece Mabel…
Quando o assunto é Sandro Mabel, o histórico recomenda atenção. Fim de papo.

















