Redes sociais
- A técnica de enfermagem Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, investigada por envolvimento na morte de pacientes internados na UTI do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), se apresentava nas redes sociais como “mãe e cristã. Nos posts, ela dizia mensagens voltadas à família e à fé.
Três homicídios
- Amanda foi presa junto com outros dois profissionais de enfermagem, suspeitos de participação em ao menos três homicídios dentro da unidade. Entre as vítimas estão um servidor da Caesb, um funcionário dos Correios e uma professora aposentada.
Formação
- Amanda diz ser intensivista e instrumentadora cirúrgica. Ela também afirmava nas redes sociais que tinha duas especializações que exigem formação técnica e são voltadas para trabalhar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Desinfetante
- O técnico de enfermagem de Águas Lindas de Goiás que também é acusado dos homicídios teria injetado desinfetante em uma seringa e aplicado em um paciente que foi a óbito.

















