• Mudança de partido
Segundo uma fonte Caiado (UB) bateu o martelo com Paulinho da Força e já está com os dois pés n o Solidariedade, que agora é a federação partidária Renovação Solidária, formada após a união com o Partido Renovação Democrática (PRD).
O objetivo é relançar sua pré-candidatura à Presidência da República em uma nova sigla, após o esvaziamento político vergonhoso dentro do União Brasil (UB).
• Fracasso anunciado
Há exatamente um ano, Caiado lançou esse mesmo projeto em Salvador (BA). O resultado foi um fracasso político retumbante.
Não compareceram deputados federais de expressão nacional, senadores da República, dirigentes partidários ou lideranças da direita. Nem mesmo Antônio Rueda, presidente nacional do União Brasil, foi ao evento.
• Fracasso nas pesquisas
A única presença de maior peso foi ACM Neto, que já pulou fora do barco. Ou seja, Caiado segue desconhecido no cenário nacional, sem musculatura política para disputar o Planalto.
Caiado não conseguiu somar pontuação nas pesquisas, ficando travado em até 2%, mesmo após um ano inteiro de pré-campanha.
• Plateia oficial
O evento na Bahia foi composto basicamente por ônibus fretados com servidores comissionados do governo de Goiás, que aproveitaram a viagem para passear e cumprir agenda política.
Fora isso, o ato não teve repercussão, não empolgou a direita e não produziu resultado eleitoral algum.
• Nova aventura
Agora, Caiado tenta ressuscitar esse projeto pela federação Renovação Solidária, numa nova aposta política. A pergunta que fica é simples: o que mudou de lá para cá?
A movimentação ainda bagunça o tabuleiro político em Goiás. O presidente da Assembleia Legislativa, Bruno Peixoto (UB), tinha acordo praticamente fechado com o Solidariedade para disputar uma vaga de deputado federal.
Com a chegada de Caiado, a federação deve inchar no estado, receber aliados do governador e embaralhar as chapas, atrapalhando planos de Bruno, já em andamento.

















