Esquema criminoso
- Um grupo criminoso de Goiás é acusado de manter um esquema de falsificação e venda de atestados falsos pela internet. A estrutura funcionava de forma organizada, com oferta de atestados, receitas e exames adulterados por meio de sites que simulavam serviços de saúde. O núcleo era de Goiás, mas vendia para todo o país.
Tipos de documentos
- Os materiais ilícitos incluíam desde justificativas médicas para ausência em trabalho e estudos até documentos mais sensíveis, como exames de gravidez e testes de DNA com resultados definidos conforme a solicitação do cliente. Os arquivos eram apresentados com aparência de autenticidade, contendo dados de profissionais reais, códigos de classificação de doenças (CID), carimbos e assinaturas falsificadas.
Tudo online
- A comercialização era feita online, com valores variando de acordo com o tipo de documento. Após a contratação, os materiais eram enviados em formato digital e também pelos Correios, o que ampliava o alcance da prática. Levantamentos apontam a produção de mais de 160 documentos falsificados. O esquema operava com divisão de funções e atendimento estruturado, mantendo atividade contínua por vários anos.

















