Vexame sem fim
• A Federação Internacional de Motociclismo (FIM) divulgou nota oficial, nesta terça-feira (24), explicando os problemas registrados na pista do Autódromo de Goiânia durante a etapa da MotoGP, realizada no último fim de semana.
• O governo Ronaldo Caiado gastou mais de R$ 250 milhões na reforma da pista, que apresentou sérios problemas na chuva e no calor, expondo negativamente o estado de Goiás para mais de 200 países.
Problemas
• Segundo a entidade, o buraco que surgiu na reta principal foi causado pelo colapso de um antigo sistema de esgoto não documentado sob a pista.
• Já os trechos com asfalto solto foram atribuídos ao calor intenso e à alta atividade na pista ao longo das corridas.
Impacto
• Por causa das condições do circuito, a corrida principal da MotoGP precisou ser reduzida de 31 para 23 voltas por questões de segurança.
• A decisão foi tomada pouco antes da largada, o que gerou críticas de pilotos pela dificuldade de adaptação de estratégia.
Riscos
• Durante a prova, pilotos relataram ter sido atingidos por fragmentos de asfalto, conhecidos como “pedrinhas”, lançados com a passagem das motos.
• O desgaste mais crítico foi identificado em trechos do circuito onde houve deterioração visível da pista.
Homologação
• A FIM destacou que o processo de homologação dos circuitos começa com mais de um ano de antecedência e inclui inspeções detalhadas de toda a estrutura.
• Cada pista exige uma mistura específica de asfalto e um método próprio de aplicação, definidos pelo circuito e avaliados pela entidade para garantir padrões de segurança.
• A homologação final é confirmada pouco antes da realização de cada Grande Prêmio.
De quem é a culpa?
• A entidade afirmou que os problemas enfrentados em Goiânia foram reconhecidos pela gestão do circuito, sob responsabilidade do Governo de Goiás.
• Segundo a FIM, as falhas serão corrigidas antes do retorno da MotoGP ao Brasil na próxima temporada.

















