• Visita após caos na pista
Os deputados estaduais José Machado, Gustavo Sebba e Clécio Alves, estiveram no Autódromo de Goiânia nesta terça-feira (24) para acompanhar de perto a situação do chamado “asfalto Sonrisal do Caiado”, que custou cerca de R$ 260 milhões e apresentou falhas em alguns trechos durante a MotoGP.
• Tudo errado
No sábado, um buraco surgiu em um trecho de reta da pista. Depois, o asfalto começou a esfarelar em um trecho de curva, soltando brita e pedaços que atingiram pilotos durante a corrida.
Diante das condições, a prova foi encerrada antes do previsto, com redução de voltas, após avaliação de risco à segurança dos competidores.
• Valores e contrato sob suspeita
A obra, que inicialmente era de cerca de R$ 100 milhões, teve aditivos e chegou perto de R$ 300 milhões. Somado ao patrocínio do evento, mantido sob sigilo, o valor ultrapassa meio bilhão.
• Sobre o asfalto
O piloto e instrutor Rafael Togni afirmou que houve falha de planejamento: O asfalto de Goiânia não falhou por acaso; foi uma falha grave de planejamento técnico e cronograma. A pressa impediu a cura do pavimento e a ausência de uma varredura com Georradar ocultou o problema crítico da drenagem sob a reta principal antes do evento começar. Para 2027, a expectativa é de um asfalto finalmente estabilizado”.
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