• Prazo longo, dívida eterna
A lei “Banco master” do governo Caiado não foi um alívio — foi uma armadilha. Ao ampliar o prazo dos consignados para até 144 meses, o servidor público passou a carregar uma dívida por até 12 anos. É praticamente uma década preso a um empréstimo.
Quem trouxe a cesta de “doces ou travessuras” de Vorcaro para Goiás? Segundo uma fonte, ACM Neto (UB), compadre de Caiado está na jogada. E como todo mundo sabe, não “existe almoço de graça” nessas negociações.
A Receita Federal encaminhou documentos à CPI do Crime Organizado que apontam pagamentos a ACM Neto no valor de R$ 5,45 milhões por meio da A&M Consultoria Ltda. Já o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, recebeu R$ 6,4 milhões do banco de Daniel Vorcaro.
• Saiu do seu bolso
Quem pagou a farra do banco Master? Juros e negociatas com empréstimos feitos a você servidor goiano. A conta é simples: parcela menor no início, mas juros correndo soltos por anos. No fim, o servidor paga muito mais do que pegou. Em muitos casos, vira uma bola de neve impossível de sair. Ao fazer as contas, servidor, agradeça Ronaldo Caiado e Daniel Vilela.
• Empurrados para o endividamento
A lei abriu espaço para quem já estava no limite pegar ainda mais crédito. Ou seja, em vez de proteger o servidor, o sistema empurrou ele ainda mais para o buraco. Não, não é o buraco milionário do autódromo, este é o buraco do Vorcaro, o CredCesta.
• O negócio bilionário por trás
Enquanto o servidor sofre, o CredCesta do Banco Master faz festa. Em 2024, foram R$ 1,6 bilhão faturados com a venda dessas dívidas no mercado. Com juros, foram “só” R$ 709 milhões.
E tudo isso só foi possível porque a legislação foi alterada. Primeiro veio a reunião com o banco. Depois, a mudança na lei. Resultado: mercado ampliado e dívida garantida por anos. Quem paga essa conta? Adivinha…

















