• Contrato Irregular
O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) determinou a suspensão de um contrato no valor de R$ 167 milhões firmado pela Secretaria de Engenharia e Trânsito de Goiânia, sob gestão do prefeito Sandro Mabel (UB).
O acordo, feito sem licitação em abril, previa serviços de sinalização viária e levantou suspeitas de irregularidades.
• Preço Inflado
Segundo o parecer, a Prefeitura aceitou pagar valores mais altos do que os praticados em contratos vigentes.
A contratação foi realizada por meio de adesão a uma ata de registro de preços originada no Maranhão, prática conhecida como “carona em licitação”.
Para o Ministério Público de Contas, houve indícios claros de superfaturamento.
• Fiscalização Atenta
O relator do caso, conselheiro Valcenor Brás, acatou o parecer técnico e apontou que diversos itens do contrato estavam acima do valor de mercado.
A análise reforçou a suspeita de que a Prefeitura de Goiânia estaria disposta a pagar mais caro sem justificativa plausível, levantando questionamentos sobre a real motivação do contrato.
A denúncia foi inicialmente exposta aqui no Goiás24Horas. A suspensão do contrato evita, por ora, um rombo milionário aos contribuintes da capital goiana.

















