• Desgoverno total
Ao ser reeleito governador em 2022, Caiado (UB) tratou de enfiar a faca nas costas dos produtores rurais e criou a famigerada taxa do Agro, prometendo um Goiás repleto de obras e progresso.
Quase quatro anos depois, o que se vê é um governo atolado na própria incompetência.
Foram quase R$ 3 bilhões arrecadados, dinheiro suficiente para construir hospitais, estradas e cidades inteiras — mas nada saiu do papel.
Caiado tentou inventar a Coca Cola, acreditou em ideias malucas e apostou no erro. Foi alertado e, feito leão, partiu para cima da promotora Leila Maria. Agora é obrigado a dançar conforme a música do STF.
• Arrogância e improviso
Enquanto prefeitos e governadores por todo o país constroem escolas e pontes dentro da lei, o governo Caiado foi incapaz de realizar sequer uma licitação.
Empurrou o problema com a barriga, esperou o último ano de mandato e tentou empurrar à força um modelo ilegal de obras sem licitação, criando uma lei inconstitucional sob a desculpa da agilidade.
• Fiasco anunciado
O projeto foi aprovado às pressas pela Assembleia e agora está suspenso por decisão do Supremo Tribunal Federal.
O que restou é um amontoado de promessas e quase um bilhão já repassado a uma organização social sem estrutura sequer para comprar mobília.
O resultado? Um governo arrogante, prepotente e incompetente, caindo por si mesmo. Em casos assim, não fica pó sobre pó.

















