• O caminho errado
Existem duas maneiras de fazer qualquer coisa na vida. A maneira correta — o caminho estreito, difícil, que conduz à prosperidade — e a maneira larga, espaçosa, que conduz à destruição. O governo Caiado, obeso de apadrinhados e de arrogância, insiste em caminhar pela estrada larga.
O Estado recorre contra a suspensão da Taxa do Agro no STF, tentando justificar o injustificável: a criação do IFAG, um instituto improvisado, e uma lei inventada por uma mente que acha que licitação é coisa do passado.
Um retrocesso aos anos 1930, quando o “manda-chuva” assinava no papel de pão o destino do dinheiro público.
• Quer terminar errado?
A Procuradoria-Geral do Estado, sob comando de Rafael Arruda, tenta defender o indefensável. Alega “prejuízos pelas paralisações das obras” — como se o erro inicial pudesse ser compensado pela pressa em continuar errando.
É como o ladrão que tenta justificar o furto dizendo que roubou para alimentar a família. Se o governo queria obras, deveria seguir o caminho certo: fazer licitação, respeitar os ritos e a Constituição.
• O errado não é certo
O Supremo Tribunal Federal, com a liminar do ministro Alexandre de Moraes, agiu para impedir que Goiás institucionalizasse o erro. O papel da Justiça é barrar o ilícito, não legitimá-lo.
E o Ministério Público, pela coragem da promotora Leila Maria de Oliveira, mostrou que há quem ainda defenda a lei neste Estado.
Não é com ataques a juízes e promotores que Caiado e sua tropa vão mudar os fatos: a estrada larga conduz à destruição — e o governo escolheu percorrê-la.

















