Desaparecimento
• A biomédica Érika Luciana de Sousa Machado, de 47 anos, desaparecida desde 1º de novembro, transferiu R$ 10,4 mil para a mãe pouco antes de sumir. Segundo a Polícia Civil, o valor representa toda a reserva financeira da profissional e é um dos elementos que reforçam a hipótese de afastamento voluntário.
Movimentação financeira
• A delegada Aline Lopes, responsável pelas investigações, informou que Érika costumava ajudar a mãe com pequenas quantias mensais, mas desta vez enviou todo o dinheiro de uma só vez, sem comunicar a família.
• A mãe só percebeu a transferência ao consultar o extrato da aposentadoria.
• Segundo a polícia, a movimentação financeira é considerada “atípica e relevante” no contexto do desaparecimento.
Últimos passos
• Érika foi vista pela última vez em Corumbá de Goiás, após bater o carro no acostamento.
• Em áudio enviado a um mecânico logo após o acidente, ela aparentava estar calma, sem sinais de crise emocional, de acordo com a delegada.
• Populares que tentaram ajudá-la relataram que ela não quis informar o próprio nome e chegou a mentir, dizendo ser parente dos moradores da casa próxima ao local do acidente.
Histórico e pistas
• Amigos contaram à polícia que Érika havia dito recentemente que “queria sumir” e “passar um tempo no mato, sem contato com ninguém”.
• A biomédica enfrentava um quadro de depressão, segundo relatos da família.
• A Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros realizaram buscas em áreas de mata, córregos e propriedades rurais, mas nenhuma pista se confirmou.
• Uma calça jeans encontrada nas proximidades foi periciada e não pertencia à biomédica.
• A imagem de uma mulher caminhando na BR-414, inicialmente apontada como possível pista, também foi descartada após análise de câmeras.

















