Paulo Garcia e Dilma têm mais motivos para se preocupar com os protestos do que Marconi

Na manifestação da última quinta-feira no Centro de Goiânia, era notória a improvisação dos cartazes e faixas contra o prefeito da Capital e a presidente, o que deixa claro que os protestos foram espontâneos e populares, ao contrário das peças confeccionadas contra o governador que, em sua maioria, tinham característica de design profissional e cara de manipulação político-partidária .

Ver mais

“Jovens” de O Popular ocultam nomes e dizem ler Marx, Bakunin, Senhor dos Anéis e Harry Potter

Jornal faz um relato, sem avaliação crítica, sobre uma suposta pesquisa a respeito da leitura e filmes preferidos dos jovens que participam das manifestações de rua em Goiânia. A matéria não traz nomes dos entrevistados e ninguém diz uma única frase capaz de comprovar que estão realmente lendo os dinossauros do pensamento político mundial.

Ver mais

Vilmar reflui e corrige (mas nem tanto) declarações desastradas contra o Governo Marconi

Em entrevista ao jornal O Popular, o secretário da Casa Civil não citou o nome do governador e disse que “nós já estamos executando uma agenda na direção do que a população reivindica”. Sobre a questão da “agenda errada” do Governo, esclareceu que se trata da “agenda política” e que se referiu a todas as esteras governamentais e à classe política em geral, que precisa ser despertada para as novas exigências que a população levou para as ruas.

Ver mais

Alô Cileide, Karla, Fabiana, Zarur, Aesse e colegas: protestos são também contra a grande imprensa, não vão falar nada?

Manifestações de rua em todo o País vão além de cobranças aos Governos. O foco também inclui a grande imprensa e sua cobertura dos atos. Na Capital, profissionais do Grupo Jaime Câmara passaram por momentos de tensão quando correu a notícia de que os manifestantes se dirigiam para lá, com a provável intenção de fazer um ato contra a Rede Globo, cuja programação é transmitida em Goiás pela TV Anhanguera.

Ver mais

Lei Mauro Rubem beneficia sindicalistas e legaliza a figura do funcionário “fantasma”

Assembleia Legislativa promulgou uma lei que vai abrir um rombo nas contas do Estado. O projeto do deputado petista cria a figura legal do “fantasma”, o servidor público que não trabalha mas recebe seus salários. Sindicatos e conselhos profissionais em Goiás agora podem requerer a licença remunerada de até cinco diretores de cada entidade.

Ver mais